Representantes do Instituto Parkinsoniano de Minas Gerais solicitaram em reunião, no início de abril, da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, o custeie pelo SUS de um tipo de cirurgia DBS (do inglês deep brain stimulation, ou profunda estimulação cerebral), que alivia sintomas da doença.
O presidente da comissão, Carlos Mosconi, recebeu lista com as principais necessidades dos portadores da doença e disse que serão analisados todos os itens, para que medidas possíveis possam ser tomadas no âmbito parlamentar. A reunião, solicitada pelo deputado Wander Borges (PSB), ouviu reivindicações de portadoras e demais pessoas envolvidas com a doença.
Uma das solicitações é que o governo de Minas não delegue às prefeituras a tarefa de fazer a distribuição gratuita dos medicamentos destinados aos parkinsonianos. O presidente do instituto, Gervásio Pierre Araújo Fraga, teme que alguns municípios não tenham estrutura necessária para lidar com o assunto e acabem provocando a falta dos remédios.
PARKINSON
O mal de Parkinson não tem cura e é causado pela morte dos neurônios responsáveis pela produção de dopamina. Por meio de remédios e atividade física é possível controlar a evolução da doença. A doença neuro-degenerativa e progressiva, diagnosticada pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês, James Parkinson, caracteriza-se pela perda progressiva da capacidade de movimentos, provocando limitações físicas, psicológicas e constrangimento devido ao tremor das mãos e do corpo.
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