11/06/2010
Mosconi debate segurança pública em audiência no sul de Minas
O deputado estadual, Carlos Mosconi participou na segunda-feira dia 7 de julho, na Câmara Municipal de Poços de Caldas, de audiência sobre segurança pública no sul de Minas Gerais. Membros da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa (Almg), estiveram na cidade para debater com comandantes da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e secretários de defesa social dos municípios.
A audiência foi a 17ª realizada em Minas e contou com a participação do presidente da comissão, deputado João Leite, e do deputado, Carlos Mosconi. O presidente da Câmara, Marcus Togni, a vice-prefeita, Gláucia Boaretto e os vereadores, Álvaro Cagnani e Maria Cecília também compareceram ao evento.
Participaram dos debates o chefe do Departamento de Polícia Civil, Antonio Carlos Correia de Faria, o comandante da 18ª Região de Polícia Militar, coronel Dimas da Fonseca, o comandante da 2ª Cia. de Bombeiros Militar, Douglas Martins Soares, e o superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Helênio Romualdo de Almeida.
A finalidade das audiências foi debater questões de segurança em todo o estado, com o objetivo de construir diagnóstico que servirá de base para a realização de um Fórum Técnico sobre o tema, organizado pela Almg. Os assuntos principais abordados na audiência foram o uso de drogas e as relações do tráfico e aumento da criminalidade e violência urbana.
Mosconi reafirmou posição e pediu maior atenção para o aumento no consumo de droga no Estado. Para o deputado, o momento é grave porque o crack, substância razoavelmente barata, invadiu todos os níveis grupos sociais e está destruindo pessoas com carreiras promissoras e transformando para pior as relações familiares e de amizade.
O parlamentar questionou ainda as formas utilizadas pelo poder público, para prevenção ao uso de droga e considerou ineficaz todos os métodos atuais de recuperação do usuário. Segundo ele, o Brasil não tem programa e nem está preparado para combater o narcotráfico e, muito menos, agir de forma positiva para reintegrar o viciado à sociedade.